Enfeitou a casa mas não acreditava que o amor ainda pudesse chegar, pela madrugada linda ao pé da escada esperou sentada pra não se cansar... Passos pela rua, lá vem o amor vem cambaleando entra pra um café, sem carro do ano, sem anel dourado, na mão uma rosa, sapato furado. Passos pela rua, lá vem o amor vem sorrindo alto, lá vem o amor. Hoje ela já sabe que o amor é raro, hoje ela passeia com o amor ao lado. Se liga que lá vem o amor, abre as portas que o amor chegou deixe-se levar enquanto ainda é tempo, deixe-se levar pra sempre =D
“Escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta." Caio Fernando de Abreu
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Num apartamento perdido na cidade, alguém está tentando acreditar que as coisas vão melhorar ultimamente. A gente não consegue ficar indiferente debaixo desse céu. No meu apartamento você não sabe o quanto voei, o quanto me aproximei de lá da Terra. Num apartamento perdido na cidade, alguém está tentando acreditar que as coisas vão melhorar ultimamente. No meu apartamento você não sabe quanto voei, o quanto me aproximei de lá da Terra. As luzes da cidade não chegam as estrelas sem antes me buscar na medida do impossível tá dando pra se viver. Na cidade de São Paulo, o amor é imprevisível como você e eu e o céu. Num apartamento perdido na cidade alguém está tentando acreditar que as coisas vão melhorar ultimamente a gente não consegue ficar indiferente debaixo desse céu.
domingo, 2 de janeiro de 2011
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