“Escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta."
Caio Fernando de Abreu
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Não somos apenas o que pensamos ser.
Somos mais; somos também, o que lembramos
e aquilo de que nos esquecemos;
somos as palavras que trocamos,
os enganos que cometemos,
os impulsos a que cedemos,“sem querer“.
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